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Thursday, October 21, 2010

A comida rápida

Ontem foi com minha família para um restaurante novo no West Hartford. Este é um restaurante muito interessante, porque é igual a um restaurante de comida rápida que vi no Japão no verão passado. Quando estava no Tokio com a professora Tomoda visitamos o distrito da moda jovem de Tokio e havia muitas pessoas jovens que vestiam roupas moderníssimas e levavam o cabelo duma variedade de cores. Inesperadamente, pus-se a chover fortissimamente e a professora disse para mim,
--Vamos a almoçar durante a chuva.
e ela levou-me no restaurante rápido mais próximo. Quando entramos no restaurante, eu estava surpreendido porque não havia mesas, mas somente um bar. Mas não um bar normal como os bares que eu havia visto nas outras cidades do mondo que eu conhecia. Era um bar com uma cinta em movimento encima da qual os pratos com diferentes tipos de comida estavam passando sempre em frente das pessoas. E quando você via que uma comida que você queria comer passava em frente de você, podia pega-la. Asi quando você não queria comer mais, a garçonete contava os pratos vazios para cobrar-lhe.

O restaurante onde minha família e eu fomos ontem, é igual, mais este tem mesas perto da cinta em movimento e meus filhos queriam sentar-se perto dela para pegar os pratos. Eles acharam que era divertidíssimo. Mas para mim, a cosa mais interessante é que a comida rápida é muito diferente da comida rápida americana. Nos restaurantes japoneses servem comida mais saudável. Não penso que haja um tipo de restaurante rápido americano que tenha comida tão boa para a saúde. A majoria dos pratos tem peixe, vegetais ou frutas, mas a comida rápida americana normalmente é carne com muita gordura e óleo. Ao contrário, nos restaurantes rápidos japoneses é possível comer uma grande variedade de verduras e acho que as pessoas vão comer melhor si têm variedade para escolher. Acho que a comida rápida é importantíssima nas sociedades modernas que são tão ativas, mais talvez a comida rápida americana não seja tão boa para a saúde.

Em conclusão, para comer bem nos restaurantes de comida rápida, não acredito que seja uma boa ideia comer nos restaurantes de comida americana. Talvez seja melhor comer nos restaurantes japoneses.

Thursday, October 14, 2010

Uma receita excelente

Gosto muito de comer carne e generalmente como carne de vaca, mas a carne de porco, aves e pexes é uma variação agradável que eu faço frequentemente. Mas as vezes a carne do cordeiro é algo especial. Nas ocasiones especiais, quando temos invitados que gostam das experiencias fortes (esta receita não é para Carla, sinto muito!), Paloma e eu cozinhamos uma perna de cordeiro com uma receita duma amiga de Sud Africa. A cosa especial de esta receita es que a perna de cordeiro se deve cozinhar 12 horas, mas com temperaturas baixas. A ventagem de esta receita es que não se pode preparar no ultimo momento e por esto há menos cosas para fazer quando os invitados chegam. Esta é a receita:

Precisa-se duma boa perna de cordeiro e devemos cortar toda a gordura possível. Depois pone-se a perna numa bandeja de alumínio. Corta-se muita cebola e pone-se encima da perna com muita pimenta. Pica-se finamente a casca de um o dos limões e pone-se encima da perna y banha-se com o suco dos limões. Então deixa-se perto duma hora antes de pôr uma copa de acua e tapar muito bem com papel de alumínio. Esta é uma parte importantíssima, porque a carne debe estar fechada praticamente hermeticamente para evitar a evaporação dos líquidos.

Então pone-se no forno a 150 F. durante 12 horas. Depois de três ou quatro horas, a casa começa a cheirar muito bem e por esto quando é a hora de comer, você está com muita fome!

Esta carne pode-se servir com couve de Bruxelas ou com espargos e arroz branco condimentado com loureiro. Também é importante servir esta carne com um vinho tinto forte. E depois, um gelado de gengibre é algo especialíssimo e refrescante!

Tuesday, October 12, 2010

A minha rotina

Esta é uma cosa praticamente incredível: eu não tenho uma rotina! Cada dia é diferente dos outros. Quando era jovem achava que a cosa mais horrível era ter um trabalho no qual cada dia era igual a os outros dias: chegar o trabalho as 8 da manhã, almoçar as 12, sair para casa as 5 da tarde e todo o dia fazer sempre as mesmas cosas. Eu precisava dum trabalho mais livre. Um trabalho no qual eu pudesse ter um horário flexível, trabalhar em casa e estar em contato com pessoas e atividades sempre diferentes.

Agora eu tenho um trabalho asi. Cada dia é diferente e trai problemas novos. Cada hora devo ensinar uma aula diferente para os estudantes diferentes. Cada mês eu devo fazer planes para atividades diferentes. Agora minha vida é miserável! Quando vejo as pessoas que vão no trabalho e depois têm tempo para ir nos bares, falar com seus amigos, e depois chegar em casa e assistir a televisão, acho que eles são mais felizes que eu!

Por que sempre as cosas que não temos parecem melhores?

Friday, October 8, 2010

Minha profissão ideal

Eu disse na aula que minha profissão ideal é professor de universidade. Tenho muitas razões para dizer isto: razões intelectuais, familiares, e vitais.

A profissão de professor se pratica num ambiente intelectual rico e interessante. As pessoas que trabalham e estudam nas universidades são generalmente estimulantes porque elas gostam de aprender e melhorar o conhecimento não somente na área de interesse pessoal, mas nas outras áreas do conhecimento também. Na universidade sempre estamos enfrentados com desafios intelectuais que precisam dum pensamento rigoroso e logico. Esto é muito importante para mim porque tenho fé na razão humana.

De punto de vista familiar, esta profissão é também ideal para mim porque tenho muita liberdade com meu horário de trabalho. Posso, por exemplo, planear meu horário para estar com meus filhos quando eles chegam na casa depois da escola, e também posso fazer muito trabalho na casa. Ainda que meus filhos não gostam de isto, para mim é importante supervisar os deveres de casa deles.

Vitalmente também é uma profissão ideal para mim porque gosto de estar com os jovens. Eu gosto de ver os estudantes que vêm da escola e que começam a crescer intelectualmente. Eu vejo os estudantes que aprendem a falar espanhol, a conhecer a cultura hispana e abrir sua mente as novas ideais e também a respeitar e aceptar as diferenças culturais --então eu sou muito feliz. Gosto muito de viajar com os estudantes nos países hispanos para ver-os mudar tão rapidamente. Quando as pessoas têm tantos anos como eu, é fácil olvidar que a melhor cousa da juventude é a capacidade para mudar-se e mudar o mundo. Mas quando estamos sempre com os jovens, é impossível não ficar jovem de coração também.

Ainda que disse que esta é minha profissão ideal, não disse que é uma profissão perfeita. Sai que não há uma profissão perfeita, e há algumas coisas que eu não gosto de meu trabalho. Gostaria, por exemplo, não ter que ir nos comités e nas longas reuniões para discutir coisas que muitas vezes não são interessantes. Gostaria muito, muito, muito, não ter que corrigir tantos deveres de casa dos estudantes porque acho que é um trabalho repetitivo e que não é muito útil para os estudantes. Mas quando comparo este trabalho com os trabalhos de outras pessoas, acho que eu sou afortunado de trabalhar na universidade.